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Vitória-régia


  Botânica
Redondas, com as bordas viradas para cima e soberbas pelo tamanho, as folhas da vitória-régia, que podem atingir dois metros de diâmetro, parecem grandes bandejas que flutuam na superfície das águas. Mais do que as próprias flores, são elas que fazem dessa espécie, em jardins botânicos de todo o mundo, um permanente motivo de atração.
Planta aquática nativa da Amazônia, a vitória-régia (Victoria amazonica, antes V. regia), pertence à família das ninfeáceas, a mesma das ninféias ou nenúfares e dos nelumbos ou lótus. Como estas, nasce de um rizoma grosso que se assenta no fundo e do qual partem, para subir até a tona, os longos pecíolos que sustentam as folhas e os pedúnculos das flores.
As folhas, que suportam até 45kg de peso sem afundar, servem nos igarapés e remansos como local de pouso para insetos e aves. Verde-escuras por cima e arroxeadas por baixo, têm numa das extremidades uma estreita abertura. Suas bordas reviradas, que se alteiam até 15cm, apresentam-se assim com duas cores. As flores, solitárias e aromáticas, de 25 a 40cm de diâmetro, podem ser brancas, vermelhas ou cor-de-rosa e se abrem no fim da tarde para se fechar de manhã. Têm um número extraordinário de pétalas e emergem por entre as folhas.
O nome Victoria regia, do qual procede o nome aportuguesado da planta, foi dado pelo botânico inglês John Lindley em honra à rainha Vitória. No mesmo gênero, distingue-se outra espécie, V. cruziana, típica dos rios da bacia do Prata e assim chamada por ter sido descrita com base em exemplar coletado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
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