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Vaga-lume


  Invertebrados

Inseto de hábitos noturnos, o vaga-lume prefere voar durante as primeiras horas da noite. Pode ser notado pelo brilho esverdeado, contínuo ou intermitente, entre a vegetação das regiões tropicais e temperadas.
Vaga-lume, ou pirilampo, é o nome comum dos insetos coleópteros, da família dos lampirídeos, que emitem fosforescência. Conhecem-se cerca de 1.900 espécies de vaga-lumes, das quais uma das mais comuns é a Lampyris noctiluca, que apresenta notável dimorfismo sexual, com a fêmea destituída de asa, ao contrário do macho. As larvas alimentam-se de outros insetos ou de madeira em decomposição. Algumas, de hábito terrícola, roem raízes e a base do caule de plantas.
A luminosidade dos vaga-lumes é produzida por um processo controlado pelo sistema nervoso e provocado por oxidação de uma substância gerada por células especiais localizadas nos últimos segmentos do abdome. Alguns desses insetos produzem luminosidade constante, enquanto que outros piscam a intervalos regulares. O ritmo desse brilho obedece a padrões característicos de cada espécie e constitui parte de um sistema de sinais de comunicação entre os sexos. Acredita-se que a luminosidade pode constituir um sistema protetor para afastar predadores. Algumas rãs, no entanto, comem vaga-lumes que brilham intensamente.
Alguns besouros da família dos elaterídeos emitem luminosidade semelhante à dos lampirídeos e são também chamados vaga-lumes. Saltadores, esses besouros produzem estalido característico ao se movimentarem. Têm cores pouco vistosas e apresentam com freqüência os ângulos do protórax prolongados em pontas.

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