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Umberto Eco


  Biografias
Muito influente em círculos intelectuais de todo o mundo, nas décadas de 1960 e 1970, por sua teoria da "obra aberta" e outras pesquisas nas áreas da estética e da semiótica, o italiano Umberto Eco tornou-se popular ao lançar, em plena maturidade, seus primeiros romances.
Umberto Eco nasceu em Alessandria, Piemonte, em 5 de janeiro de 1932. Formado em filosofia na Universidade de Turim, doutorou-se ali em 1961 após escrever alguns estudos sobre estética medieval. Desde então conciliou a pesquisa com a atividade docente em diversas cidades italianas, além de ministrar cursos em outros países europeus e nos Estados Unidos. Lecionou na Universidade de Turim de 1956 a 1964 e, em 1971, tornou-se professor da Universidade de Bolonha.
Impôs-se como teórico com a publicação de Opera aperta (1962; Obra aberta), na qual sugere que em grande parte da música moderna, da poesia simbolista e da literatura do desregramento sob controle (James Joyce, Franz Kafka) as mensagens são fundamentalmente ambíguas e incitam os receptores a uma participação mais ativa no processo de criação e interpretação.
Em Apocalittici e integrati (1965; Apocalípticos e integrados) ocorreu-lhe analisar duas posições possíveis ante o fenômeno da cultura de massa: a dos apocalípticos, que questionam a origem dessa cultura e teorizam sobre sua decadência, e a dos integrados, que atuam no plano prático e veiculam a cultura que atende às necessidades imediatas de um público predisposto a aceitá-la. Eco explorou outras áreas da teoria da comunicação em livros como A Theory of Semiotics (1976; Uma teoria da semiótica) e Semiotics and the Philosophy of Language (1984; A semiótica e a filosofia da linguagem), ambos escritos em inglês. A maior parte de sua abundante produção em história, crítica literária e semiótica foi traduzida para numerosas línguas.
O primeiro romance de Eco, Il nome della rosa (1980; O nome da rosa) foi um best-seller internacional e gerou uma versão cinematográfica, lançada em 1986, com direção de Jean-Jacques Annaud. O autor publicou depois Il pendolo di Foucault (1988; O pêndulo de Foucault) e L"isola del giorno prima (1994; A ilha do dia anterior).
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