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Turmalina


  Bioquímica
Conhecida no Brasil como o "mineral das mil cores", a turmalina exibe grande variedade de colorações e tonalidades; nesse particular, supera todas as demais pedras semipreciosas.
Mineral que cristaliza no sistema romboédrico ou trigonal, a turmalina é um borossilicato de alumínio, de complexidade e composição variáveis. Seus cristais são usualmente de forma prismática longa e as faces estriadas verticalmente. É um mineral comum nos xistos, nas rochas magmáticas silicosas, nos granulitos e em muitos filões mineralizados.
As variedades coloridas da turmalina recebem nomes especiais: acroíta (incolor), rubelita (vermelha), indicolita ou indigolita (azul), dravita (castanha e parda), afrizita (negra, opaca) etc. Algumas, sem nomes especiais, são chamadas pelas cores que ostentam: turmalina verde, amarela etc. As que exibem duas ou mais cores num mesmo exemplar são chamadas turmalina bicolor, tricolor etc. São característicos nos cristais de turmalina os fenômenos conhecidos pelos nomes de pireletricidade e piezeletricidade.
Embora ocorram em várias regiões do mundo, as turmalinas de alta qualidade se encontram nos Estados Unidos (no sul da Califórnia e no Maine), Madagascar e Brasil, o maior produtor mundial de turmalinas gemológicas e industriais. As principais ocorrências acontecem nos estados de Minas Gerais (Teófilo Ottoni, Jequitinhonha, Araçuaí, Santa Maria de Suaçuí, Governador Valadares, Conselheiro Pena etc.) e Bahia (regiões de Encruzilhada, Itambé e Maracani).