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Titânio


  Bioquímica
A presença do titânio na maioria dos minerais da crosta terrestre passou despercebida durante séculos, em virtude da semelhança de suas propriedades com as do silício.
Titânio é um elemento químico pertencente ao grupo dos metais de transição (IVb), de símbolo Ti. É cinza prateado, lustroso, duro e quebradiço quando frio, mas maleável quando aquecido e dúctil quando puro. Não existe em estado livre, mas, combinado a outros elementos, é o nono em abundância na crosta terrestre. Está presente em praticamente todas as rochas, areias, argilas e outros tipos de solos; no Sol; nos meteoritos; e nas rochas lunares numa proporção de 7 a 12%, segundo amostras colhidas pela nave Apolo 11.
Um composto de titânio foi descoberto em 1791 pelo clérigo inglês William Gregor, que investigava uma terra negra da Cornualha. Em 1795, Martin Heinrich Klaproth encontrou-o no rutilo e deu-lhe o nome atual. Foi isolado impuro, em 1825, por Jöns Jacob Berzelius e, em 1887, pelos suecos Sven Otto Pettersson e Lars Fredrik Nilson. Em 1910, Matthew A. Hunter obteve-o puro, com teor de 99,9%, pela redução do cloreto de titânio com sódio num recipiente de aço.
Obtém-se titânio comercialmente pela redução de tetracloreto de titânio com magnésio. O titânio forma importantes ligas, como as de ferro, de alumínio, de molibdênio e de manganês, que são usadas em mísseis e na fabricação de naves espaciais, devido a sua resistência a temperaturas extremas e luz forte. Os principais compostos de titânio são o dióxido (TiO2), usado na fabricação de pigmentos brancos, base para diversos tipos de tinta; e o tetracloreto de titânio (TiCl4), empregado, por sua rápida hidrólise (captação de água), para criar cortinas de fumaça.
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