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Salsa


  Botânica

O princípio ativo da salsa, o apiol, que facilita a digestão, combate os gases no organismo e tem forte ação diurética, está presente nas sementes e, em menor escala, nas folhas e raízes da planta. O hábito de usá-la como tempero e adorno dos pratos mais variados, hoje comum em todo o mundo, remonta à antiguidade greco-romana.

A salsa (Petroselinum sativum ou P. crispum), planta da família das umbelíferas ou apiáceas, a mesma do aipo, do coentro e da cenoura, é uma erva bianual tida como originária do Mediterrâneo. Das numerosas variedades existentes, as mais plantadas no Brasil são a lisa-comum, de folhas verde-claras, que cresce de 20 a 25cm de altura no primeiro ano; a graúda-portuguesa, de folhas maiores e mais escuras, que chega a quarenta centímetros; e a crespa, de folhas verde-escuras bem franjadas e porte análogo ao da lisa-comum. No segundo ano de crescimento, ocorre em geral a produção de flores e sementes, no topo de hastes que se alteiam da massa verde de folhas, com oitenta centímetros ou mais de altura.

O plantio da salsa, a partir de sementes, é feito no Brasil o ano todo, mas de preferência entre março e junho. Por volta de agosto, quando já haja touceiras bem formadas, é possível desmembrá-las para obter novas mudas. A planta requer solo fofo, úmido e bem adubado. Cerca de dois meses após o plantio, a colheita já pode começar a ser feita.


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