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Salgueiro


  Botânica
Da casca de alguns salgueiros deriva a salicina, fonte do ácido salicílico que entra na fórmula dos principais analgésicos. Além do valor terapêutico, os salgueiros são usados para fins ornamentais e, em certas regiões, para dessecar pântanos e controlar a erosão do solo.
O nome salgueiro aplica-se a grande número de árvores e arbustos do gênero Salix, um dos dois que compõem a família das salicáceas. O salgueiro-negro (Salix nigra), o salgueiro-branco (S. alba) e o salgueiro-frágil (S. fragilis), todos capazes de chegar a vinte metros de altura ou mais, estão entre os mais altos. O primeiro é nativo da América do Norte; os outros, da Europa e da Ásia, ainda que atualmente aclimatados a grande parte do mundo. Todas as espécies têm folhas alternadas, em geral muito estreitas, e espigas ou amentilhos de flores masculinas e femininas em pés separados.
Por salgueiro-chorão ou simplesmente chorão conhecem-se numerosas espécies e híbridos, em especial S. babylonica e suas variedades, do leste da Ásia, caracterizadas por ramos flexíveis e longos que pendem comumente até o nível do solo. Tais espécies e híbridos, de porte bem mais modesto que o das grandes árvores do gênero, são plantadas por tradição à beira d"água, onde as cortinas criadas por seus ramos caídos causam lindos efeitos paisagísticos. O salgueiro-chileno (S. chilensis), freqüente entre o Chile e o México, atinge 18m de altura e deu origem à variedade fastigiata, particularmente comum em Xochimilco, perto da Cidade do México. Na Europa, destaca-se o salgueiro-dos-cesteiros ou vime-branco (S. viminalis), usado em cestaria.

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