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Pupunha


  Frutas Comestiveis
Muitas frutas nativas da Amaz¶nia, malgrado seu valor nutritivo, como a pupunha, tiveram seu consumo por longo tempo restrito Ó regiÒo, como parte de hßbitos herdados dos Ýndios. Entre essas frutas destaca-se a pupunha, que despertou interesse por suas propriedades e subprodutos que fornece.
Pupunha (Bactris gasipaes) Ú uma palmeira multicaule da famÝlia das palmßceas, a mesma da carna·ba, do babaþu e do aþaÝ. Atinge vinte metros de altura e, na fase adulta, erguem-se do solo de 10 a 15 caules secundßrios, os quais formam imponente touceira ao redor do espinhoso caule central e garantem a renovaþÒo da planta. Nem todos esses filhotes chegam a frutificar e os estÚreis podem ser aproveitados para a obtenþÒo de palmitos, sucedÔneos perfeitos dos palmitos de aþaÝ e juþara, espÚcies jß por demais submetidas Ó devastaþÒo extrativa.
Em condiþ§es naturais, a pupunha comeþa a frutificar em grandes cachos aos cinco anos, tempo que se reduz Ó metade em condiþ§es especiais de cultivo. As flores masculinas caem ap¾s liberar o p¾len e as femininas desenvolvem-se em pequenos frutos vermelhos, amarelos ou alaranjados, com cerca de cinco centÝmetros de diÔmetro. Muito ricos em vitamina A e com expressivo teor de proteÝnas e amidos, podem ser comidos cozidos em ßgua e sal e se prestam tambÚm Ó extraþÒo de ¾leo e Ó produþÒo de farinha. Dos resÝduos, faz-se raþÒo para animais. A partir da dÚcada de 1970, a pupunha tornou-se alvo de pesquisas para o cultivo intensivo em outras ßreas. Na Bahia, primeiro estado extra-amaz¶nico a cultivar a espÚcie, a colheita da pupunha vai de novembro a marþo.

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