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Pinheiro


  Botânica
Árvores das mais comuns no hemisfério norte, onde formam vastos bosques, os pinheiros são nativos de climas frios e secos. Uma espécie originária da América do Norte, o Pinus elliottii, adaptou-se perfeitamente ao Brasil e passou a ser amplamente usada em reflorestamento, devido a sua rusticidade e rápido crescimento.
Dá-se o nome de pinheiro a todas as espécies do gênero Pinus, o mais numeroso da família das pináceas, esta por sua vez a maior de todas quantas integram a ordem das coníferas. No Brasil, chama-se popularmente pinheiro ou pinheiro-do-paraná a Araucaria angustifolia, conífera da família das araucariáceas.
As folhas do pinheiro são perenes e aciculares -- alongadas e estreitas como agulhas -- implantadas em braquiblastos, ramos curtos que sustentam um molho de folhas. As várias espécies de pinheiro são geralmente arbóreas, e só raramente arbustos rasteiros.
As flores masculinas e femininas situam-se em geral na mesma árvore, perto dos extremos dos ramos, agrupadas separadamente em formações denominadas estróbilos, dotados de escamas protetoras. Nos estróbilos masculinos, as escamas são tenras e cobrem os grãos de pólen, dotados de um par de prolongamentos que permitem seu transporte pelo vento. Dessa forma, produzem-se nuvens de pólen que são transportadas pelas correntes de ar. Na época da floração, o pólen se produz em tal quantidade que forma as chamadas "chuvas de enxofre", fenômeno desconhecido no hemisfério sul, exceto no litoral uruguaio. Os estróbilos femininos, em forma de cone ou pinha, têm escamas endurecidas, e cada uma protege um par de óvulos.
Tanto o lenho quanto as folhas do pinheiro possuem  canais secretores de resina, substância aromática e pegajosa da qual se extrai a terebintina. Entre as espécies mais conhecidas destacam-se o pinheiro-silvestre ou pinho-de-riga (Pinus silvestris), árvore de grande estatura comum no norte da Europa que produz excelente madeira para todos os fins; o pinheiro-marítimo (P. pinaster), que secreta a maior quantidade de resina, freqüente no sul da Europa, principalmente nas proximidades do mar; o pinho-do-sul (P. palustris), da região sul dos Estados Unidos, que produz a maior parte da terebintina usada no mundo; e o pinheiro-montanhês (P. montana) característico das montanhas da Europa, dos Pireneus ao Cáucaso, muito utilizado para fixar dunas.
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