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Pepino


  Botânica
Hortaliça muito antiga, nativa da Índia, o pepino tem  duas variedades básicas: a de espinho branco, usada em saladas; e a de espinho preto, usada em conservas.
Planta herbácea anual da família das cucurbitáceas, a mesma do maxixe, do chuchu e da abóbora, o pepino (Cucumis sativus) se alastra pelo chão ou cresce como uma trepadeira modesta. As folhas, com três a cinco lobos triangulares, são grandes e ásperas. É planta monóica, com flores dos dois sexos: as femininas são solitárias; as masculinas, mais numerosas, agrupam-se em pequenos cachos sob os longos pecíolos das folhas. A polinização, feita por insetos, é indispensável à formação dos frutos cilíndricos, com dez a vinte centímetros de comprimento.
As variedades existentes no Brasil enquadram-se em quatro tipos: pepino-aodai, de fruto verde-escuro brilhante; caipira, branco com manchas esverdeadas; japonês, comprido e fino; e o de conserva, colhido ainda novo. O plantio faz-se em covas bem adubadas, a intervalos de pelo menos um metro, com três a quatro sementes a dois centímetros de profundidade. Sensível ao frio, desenvolve-se bem em temperaturas entre 22o e 25o C. A germinação ocorre em cinco dias; a primeira florada, em cerca de um mês. Os pepinos para conservas começam a ser colhidos 45 dias após a semeadura; os demais, após sessenta dias

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