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Papoula


  Botânica
De extrema delicadeza, e por isso pouco duráveis, já que o vento e a chuva as despetalam logo, as papoulas no entanto firmaram tradição nos jardins. Podem ser simples ou dobradas e a beleza das flores -- há variedades brancas e em todos os matizes quentes, do rosa-claro ao roxo-escuro -- parece compensar sua efemeridade.
O nome papoula aplica-se indistintamente a todas as plantas anuais, bianuais ou perenes do gênero Papaver, da família das papaveráceas, muitas das quais são híbridos aprimorados por intervenção do homem. Com porte que vai de trinta centímetros a mais de um metro, caracterizam-se por suas folhas lobadas ou recortadas, a seiva leitosa, os botões que nascem virados para baixo e flores de quatro a seis pétalas, com numerosos estames ao redor do ovário. Quando as pétalas desabrocham, as duas sépalas caem. O ovário se desenvolve numa cápsula que se abre com o calor e deixa que as minúsculas sementes formadas no interior sejam dispersadas ao vento.
O ópio, do qual derivam a morfina, a heroína, a codeína e a papaverina, provém do fluido leitoso concentrado na cápsula da espécie Papaver somniferum, nativa da Anatólia e de altura bem superior à das papoulas ornamentais. A papoula do ópio dá flores brancas ou roxas, e é cultivada também por suas sementes não narcóticas, usadas como tempero, para a extração de óleo e na alimentação de pássaros.   Entre as espécies das quais procedem os híbridos ornamentais mais comuns salientam-se P. rhoeas, P. nudicaule e P. orientale.

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