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Pâncreas


  Anatomia Humana

Importante glÔndula de dupla funþÒo, end¾crina e digestiva, o pÔncreas Ú responsßvel pela produþÒo de insulina, horm¶nio fundamental para o metabolismo da glicose pelas cÚlulas do organismo, cuja deficiÛncia Ú a causa do diabetes.
O pÔncreas Ú uma glÔndula grande, de cor amarelada ou cinza-avermelhada, situada por trßs do est¶mago, na altura das duas primeiras vÚrtebras lombares. Dividido em trÛs regi§es principais -- cabeþa, corpo e cauda -- prolonga-se atÚ as proximidades do duodeno (porþÒo anterior do intestino delgado). ╔ formado por um conjunto de cÚlulas secretoras ex¾crinas, os ßcinos pancreßticos, nas quais se elabora o suco pancreßtico digestivo; e por uma sÚrie de agrupamentos celulares end¾crinos, as chamadas ilhotas de Langerhans, que segregam dois importantes horm¶nios, a insulina e o glucagon, responsßveis pelo controle do aþ·car armazenado no organismo.


Anatomia comparada. Observa-se uma evoluþÒo progressiva, desde os vertebrados mais primitivos atÚ o homem, na estrutura do pÔncreas. Nos cordados inferiores, como o anfioxo, nÒo se encontra ainda um pÔncreas propriamente dito, mas um grupo de cÚlulas com caracterÝsticas pr¾prias das cÚlulas pancreßticas, que se situa no extremo anterior do tubo digestivo. └ medida que se ascende na escala evolutiva, observa-se uma maior diferenciaþÒo, atÚ chegar ao pÔncreas humano. Nas lampreias, existe um tecido pancreßtico mais ou menos difuso. O ¾rgÒo aparece jß constituÝdo como tal em alguns peixes e, a partir deles, em todos os grupos de vertebrados, dos anfÝbios aos mamÝferos.

PÔncreas humano. O pÔncreas humano Ú percorrido por dois condutos: o de Wirsung e o de Santorini, este ·ltimo perceptÝvel apenas em alguns indivÝduos. Pode-se praticar a extirpaþÒo cir·rgica de atÚ oitenta ou noventa por cento do tecido pancreßtico, sem que se observe na pessoa afetada insuficiÛncia end¾crina ou ex¾crina.
O suco pancreßtico comp§e-se de ßgua, sais, mucinas e de diferentes enzimas de aþÒo digestiva. Algumas delas agem sobre os carboidratos, como a amilase; outras sobre as gorduras, como a lipase; e outras ainda sobre as proteÝnas, como a tripsina. A secreþÒo, levada ao duodeno pelo conduto de Wirsung, Ú liberada alguns minutos depois que o alimento penetra no est¶mago, mais exatamente quando o quimo entra em contato com a mucosa do duodeno. Nesse momento, as cÚlulas secretoras duodenais lanþam no sangue dois horm¶nios, a secretina e a pancreozimina, que chegam ao pÔncreas e estimulam a secreþÒo do suco pancreßtico.
O componente end¾crino Ú formado pelos horm¶nios denominados insulina e glucagon. A primeira, que estimula a entrada da glicose do sangue no interior das cÚlulas, onde Ú utilizada como combustÝvel, Ú produzida pelas chamadas cÚlulas beta das ilhotas de Langerhans. O glucagon exerce o efeito oposto, ao atuar no fÝgado para facilitar a conversÒo do glicogÛnio em glicose.
Entre as afecþ§es mais importantes do pÔncreas estÒo os tumores, quistos e inflamaþ§es. As inflamaþ§es agudas se devem Ó obstruþÒo dos condutos pancreßticos ou ao efeito agressivo de certas drogas, como o ßlcool, que origina a destruiþÒo de uma parte do tecido e a liberaþÒo das enzimas contidas nas cÚlulas, o que provoca necrose, hemorragias, supuraþÒo etc. O tratamento inclui a administraþÒo de agentes inibidores da secreþÒo pancreßtica. A pancreatite cr¶nica, que conduz Ó atrofia do ¾rgÒo, Ú tratada sobretudo com dieta pobre em gorduras e reduþÒo no consumo de ßlcool.


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