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Narciso


  Botânica
Segundo a lenda, o narciso é a flor que brotou à margem do rio onde morreu o jovem Narciso, personagem da mitologia grega que se apaixonou por sua própria imagem ao contemplá-la refletida na água.
Narciso é uma planta bulbosa da família das amarilidáceas. Nativa da Europa e encontrada sobretudo no hemisfério norte, no Brasil está representada pelas amarílis ou açucenas. O gênero Narcissus inclui cerca de quarenta espécies, que incluem o narciso-dos-prados (Narcissus pseudonarcissus), o narciso-junquilho (N. jonquilla) e o narciso-dos-poetas (N. poeticus). Como as tulipas e os gladíolos, nascem de bulbos subterrâneos em que se concentram seu poder vegetativo e suas reservas nutritivas quando as folhas secam no inverno.
A flor do narciso compõe-se de duas partes: o perianto (cálice e corola), em geral branco nas espécies silvestres, e a coroa, em geral amarela, que dele se projeta em acentuado relevo. Tal forma se mantém estável, mas as cores, seja por cruzamentos espontâneos, em que o narciso é pródigo, seja por intervenção do homem, apresentam alterações que resultam em belos híbridos, com freqüência de tons de vermelho somados às cores originais.
As folhas, compridas e estreitas, e as hastes que sustentam as flores nascem diretamente dos bulbos, que são venenosos e já tiveram emprego em medicina por sua ação vomitória e purgativa. Os bulbos são plantados em solo arenoso e fofo no começo do outono, para que tenham tempo de emitir raízes antes da chegada do frio. Após a floração, as folhas secas não devem ser retiradas, pois os bulbos dependem de seus resíduos para elaborarem as substâncias nutritivas que usarão na próxima estação de crescimento.

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