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Michelangelo Antonioni


  Biografias

Na obra de Antonioni expressou-se uma reação intelectualizada e estetizante contra o neo-realismo urbano que dominou o cinema italiano nos anos seguintes à segunda guerra mundial.
Michelangelo Antonioni nasceu em Ferrara, Itália, em 29 de setembro de 1912. Antes de consagrar-se como cineasta, estudou letras e economia e trabalhou como crítico cinematográfico no jornal II Corriere Padano e na revista Cinema, onde entrou em contato com alguns dos artífices do neo-realismo, como Luchino Visconti e Roberto Rossellini. Após três meses de estudo no Centro Experimental de Cinematografia de Roma, participou como roteirista de filmes realizados por Rossellini, Enrico Fulchignoni e Federico Fellini.
Tendo realizado um primeiro documentário, Gente del Po (1942-1947; A gente do Pó), Antonioni prosseguiu seu aprendizado numa série de filmes curtos, como Nettezza urbana (1948; Limpeza urbana). Passou à longa metragem com Cronaca di un amore (1950; Crimes da alma). Através de personagens freqüentemente extraídos da burguesia italiana, estudou muitas inquietações e angústias do mundo moderno em filmes cada vez mais densos: Le amiche (1955; As amigas), L,avvetura (1959; A aventura), La notte (1960; A noite), L,eclisse (1962; O eclipse).
A partir de Il deserto rosso (1964; Dilema de uma vida), o esteticismo de Antonioni reflete-se no tratamento pictórico que ele deu a seus filmes, tirando o máximo partido da composição e da cor e acentuando a importância da paisagem como parte integrante da narrativa. Em filmes feitos em inglês, acrescentou novos recursos fotográficos à complexidade de sua linguagem. Em Londres, realizou Blow-up (1967; Depois daquele beijo), inspirado num conto de Julio Cortázar. Nos Estados Unidos, filmou Zabriskie Point (1970), espécie de autópsia da civilização americana realizada através da fotografia ultra-rápida.
Um dos temas centrais de Antonioni é a solidão, que se evidencia em crescendo desde as realizações mais antigas, como Il grido (1957; O grito). Entre seus últimos filmes destacou-se, pela beleza da cor, The Mistery of Oberwald (1980; O mistério de Oberwald).

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