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Max Ophüls


  Biografias
São características da obra de Max Ophüls o expressionismo decorativo, a qualidade da narrativa e a fluidez vertiginosa dos movimentos da câmara, que dão a seus filmes um estilo inconfundível.
Max Ophüls, também escrito Opuls, nasceu em 6 de maio de 1902 em Saarbrücken, Alemanha. Foi ator, diretor de cena e produtor teatral na Alemanha e na Áustria de 1921 a 1930, inclusive no Burgtheater de Viena. Estreou no cinema com Liebelei (1932; O jogo do amor), baseado numa peça de Arthur Schnitzler. Judeu, com a ascensão de Hitler foi obrigado a fugir da Alemanha em 1933. Na Itália, dirigiu La signora di tutti (1934; A mulher de todos); na França, La Tendre Ennemie (1936; A suave inimiga). Naturalizado francês em 1938, realizou Sarajevo (1940) e uma versão francesa de Liebelei (1940).
Forçado a abandonar a França na segunda guerra mundial, em 1947 foi para os Estados Unidos, onde fez quatro filmes, dos quais se destacaram The Exile (1947; O exilado), capa-e-espada com Douglas Fairbanks Jr., e Letter from an Unknown Woman (1948; Carta de uma desconhecida), baseado em romance de Stefan Zweig. Ophüls voltou à França em 1950 e dirigiu La Ronde (1950; A ronda), outro clássico de Schnitzler, e Le Plaisir (1952; O prazer). De seu último filme -- a obra-prima Lola Montes (1955), que conta a história de uma célebre atriz -- foram exibidas duas versões: a original, montada pelo cineasta e raramente vista, e outra, montada por produtores que não respeitaram a estética do autor. Max Ophüls morreu em Hamburgo, Alemanha, em 26 de março de 1957.

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