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Max Malle


  Biografias
Único cineasta da nouvelle vague que não se submeteu ao aprendizado prático demorado, logo no início da carreira Malle ganhou notoriedade internacional.
Louis Malle nasceu em Thumeries, França, em 30 de outubro de 1932. A família se opôs a seu interesse pelo cinema mas permitiu-lhe cursar o Instituto de Altos Estudos Cinematográficos em 1950, após graduar-se em ciência política na Sorbonne. Ao sair do instituto, foi assistente de Robert Bresson. Com Jacques Cousteau, dirigiu o documentário Le Monde du silence (1956; O mundo do silêncio).
Ao primeiro filme de ficção de Malle, Ascenseur pour l"échafaud (1957; Ascensor para o cadafalso), um policial psicológico, seguiu-se Les Amants (1958; Os amantes), um êxito comercial que sedimentou as carreiras do diretor e de sua estrela, Jeanne Moreau. Ficaram célebres as ousadas mas líricas cenas de sexo. De 1960 é Zazie dans le métro, adaptado do romance de Raymond Queneau. Alienação e isolamento foram os temas de Le Feu follet (1963; A guerra acabou). Após cinco produções de qualidade irregular para cinema e televisão, entre as quais Viva Maria (1965), estrelado por Brigitte Bardot, Malle fez Le Souffle au coeur (1971; Um sopro no coração), que aborda com delicadeza um incesto entre mãe e filho, e Lacombe, Lucien (1973). Em Hollywood, Malle manteve seu estilo em Pretty Baby (1978; Menina bonita) e Atlantic City (1980). Em 1987 dirigiu na França o autobiográfico Au revoir, les enfants (Adeus, meninos) e, de volta aos Estados Unidos, retomou o tema das relações tortuosas com Damage (1992; Perdas e danos), caso de amor entre um homem maduro e a namorada do filho. Louis Malle morreu em Los Angeles, Estados Unidos, em 23 de novembro de 1995.
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