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Lambari


  Taxonomia

Como o guaru e diversas espécies de piaba, o lambari alimenta-se das larvas de mosquito e outros insetos inconvenientes, o que o torna de grande utilidade na conservação de águas paradas -- em açudes, lagoas, poços ou assemelhados.
Lambari é um pequeno peixe de água doce pertencente à família dos caracídeos, subfamília dos tetragonopteríneos. Caracteriza-se pelos dentes incisivos e serrilhados, com formato cônico, bicúspide, tricúspide e até octocúspide, distribuídos nos maxilares e pré-maxilares. Tem nadadeira dorsal mais curta do que longa e raramente alta. Seu comprimento médio vai de cinco a dez centímetros.
Com preferência pelas águas claras e bastante oxigenadas, o lambari alimenta-se de vegetais delicados, insetos, larvas, detritos em geral e até de outros pequenos peixes. No combate ao mosquito transmissor da malária, em áreas rurais, colocam-se lambaris nos poços e no vasilhame doméstico de água potável, ambientes em que não se podem usar inseticidas para destruir ovos e larvas.
Os lambaris têm extensa distribuição geográfica e são encontrados desde o México à Argentina. Recebem várias denominações locais no Brasil -- matupiri (Amazônia), piaba (Nordeste), piquira e tambiú (São Paulo e Minas Gerais) --, e já foram descritas cerca de 150 espécies, enquadradas sobretudo no gênero Astyanax. As espécies mais comuns nos rios brasileiros são A. bimaculatus e A. fasciatus. A primeira caracteriza-se pela mancha escura e ovalada da região umeral, além de nadadeiras amareladas; a segunda, pela nadadeira caudal vermelha.

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