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King Vidor


  Biografias

Numa carreira de mais de quarenta anos, King Vidor mostrou ser um dos mais originais cineastas americanos. Muitos de seus filmes, especialmente os das décadas de 1920 e 1930, tratam o idealismo e posterior desencanto na vida contemporânea.

King Wallis Vidor nasceu em 8 de fevereiro de 1894 em Galveston, Texas. Em 1915 mudou-se para Hollywood, trabalhando como roteirista, cinegrafista e assistente de diretor, enquanto sua mulher, Florence, de quem se divorciou em 1925, atuava como atriz. Vidor começou a dirigir em 1918 e obteve retumbante êxito com The Big Parade (1925; O grande desfile), sobre a primeira guerra mundial. The Crowd (1928; A turba), tido como um dos melhores filmes silenciosos, é um relato amargo da vida de um jovem esperançoso que é vencido pelos males sociais do dia-a-dia.

Seguiram-se vários clássicos: Hallelujah! (1929; Aleluia!), primeiro filme de Hollywood com elenco só de negros; Billy the Kid (1930; O vingador), primeiro western filmado em 70mm e tela larga; Street Scene (1931; No turbilhão da metrópole), tragédia baseada na peça de Elmer Rice; Our Daily Bread (1934; O pão nosso de cada dia), sobre uma cooperativa rural; e The Wedding Night (1935; A noite nupcial), sobre costumes dos imigrantes poloneses. The Citadel (1938; A cidadela), do romance de A. J. Cronin, foi indicado para o Oscar de melhor direção.

Vidor dirigiu também as cenas em preto-e-branco de The Wizard of Oz (1939; O mágico de Oz), e em sua filmografia posterior destacam-se Northwest Passage (1940; Bandeirantes do norte) e War and Peace (1956; Guerra e paz). Sua autobiografia, A Tree is a Tree (1953), é valiosa para a história do cinema. Vidor morreu em Paso Robles, Califórnia, em 1º de novembro de 1982.

 



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