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Jules Dassin


  Biografias
Para Dassin, o cinema deve buscar a verdade mediante uma visão documental que não exclua o lirismo. Por isso, seus filmes sempre se opuseram à injustiça, numa mensagem de esperança aos oprimidos.
Jules Dassin nasceu em 18 de dezembro de 1911 em Middletown, Connecticut, Estados Unidos, numa família pobre. Trabalhou como ator e diretor no teatro iídiche, ingressando no cinema em 1941. Depois de vários filmes curtos, fez em quatro anos sete longas-metragens para a Metro, dos quais o mais expressivo foi A Letter for Evie (1945; Uma carta para Evie). Dirigiu a seguir dois clássicos: Brute Force (1947; Brutalidade) e Naked City (1948; Cidade nua).
Acusado de idéias antiamericanas na época das perseguições políticas lideradas pelo senador Joseph McCarthy, exilou-se na Europa e recomeçou a carreira com Du rififi chez les hommes (1954; Rififi), de êxito retumbante, prêmio de direção em Cannes. Seguiram-se outros sucessos na França e na Grécia: Celui qui doit mourir (1957; Aquele que deve morrer), Prêmio César, o maior do cinema francês; Pote Tin Kyriaki (1960; Nunca aos domingos), Oscar de melhor atriz para sua mulher, Melina Mercouri; Phaedra (1962; Profanação). Obteve ainda êxitos comerciais, como Topkapi (1964), Up Tight (1968; Poder negro) e outros.
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