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Jöns Jacob Berzelius


  Biografias

As pesquisas de Berzelius foram fundamentais para o progresso da química na primeira metade do século XIX, principalmente por ter ele defendido a necessidade da confirmação de qualquer hipótese científica com dados experimentais comparados.
Jöns Jacob Berzelius nasceu em Väfversunda Sörgard, Suécia, em 20 de agosto de 1779. Em 1802 doutorou-se em medicina e, cinco anos mais tarde, tornou-se professor da Universidade de Estocolmo. Em 1808 foi eleito membro da Academia Real de Ciências de Estocolmo, que presidiu. Fundou e dirigiu, até a morte, uma revista na qual publicava seus próprios trabalhos e comentava as pesquisas dos químicos contemporâneos.
Berzelius inventou ou aperfeiçoou muitos instrumentos de laboratório, como o papel de filtro, o dissecador e os tubos de borracha para conexão de balões e retortas. Introduziu na química a notação simbólica, adotando para representação gráfica de cada elemento a primeira letra de seu nome latino e, quando necessário, uma segunda letra diferenciadora.
A mais notável contribuição de Berzelius foi a teoria dualística, indispensável à representação e discussão das reações químicas: a menor porção de um corpo simples é dotada de eletricidade e alguns elementos são preponderantemente eletropositivos e outros, eletronegativos. De suas pesquisas resultou a descoberta de muitos elementos novos: cério, cálcio, bário, estrôncio, selênio, silício, zircônio, tântalo, tório e vanádio. Também são importantes seus estudos sobre a classificação dos minerais de acordo com a composição química.
Sua principal obra é Lärbok i Kemien (1803-1818; Tratado de química). Depois de sua morte, editou-se a vasta correspondência que manteve com os químicos Claude-Louis Berthollet, Humphry Davy, Pierre-Louis Dulong, Justus von Liebig e outros. Berzelius morreu em Estocolmo, em 7 de agosto de 1848.


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