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Jean-Henri Fabre


  Biografias

Em meados do século XIX, quando as ciências naturais despertavam enorme interesse, destacou-se o trabalho de Fabre sobre os insetos.
Jean-Henri Fabre nasceu na cidade francesa de Saint-Léons em 22 de dezembro de 1823. Autodidata, conseguiu a cadeira de professor do liceu de Carpentras em 1842 e, um ano mais tarde, começou a ensinar física no liceu de Ajaccio, capital da Córsega. Oito anos depois transferiu-se para Avignon, para continuar a atividade docente.
Paralelamente à vida acadêmica, Fabre realizou importantes descobertas sobre insetos, especialmente coleópteros, como os besouros; ortópteros, como gafanhotos e grilos; e himenópteros, como vespas e abelhas. Ao estudar a ação paralizante das vespas sobre suas vítimas, relacionou o conceito de instinto da espécie aos comportamentos. Em 1866 conseguiu isolar um corante vermelho-alaranjado, mais tarde denominado alizarina, extraído da planta chamada ruiva, ou garança. Utilizado para tingir tecidos, passou depois a ser produzido sinteticamente.
Fabre escreveu diversas obras de divulgação científica, entre as quais Souvenirs entomologiques (1879-1907; Lembranças entomológicas). Contemporâneo de Darwin, nunca aceitou os princípios do evolucionismo, mas foi sempre respeitado pelo naturalista britânico, que manifestou admiração por sua obra. Fabre morreu em 11 de outubro de 1915, em Sérignan-du-Comtat.

 

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