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Jean Cocteau


  Biografias
A personalidade multifacetada de Jean Cocteau, que atuou nas mais diversas áreas da criação, reviveu o  artista total da Renascença. Ele foi produto dos anos imediatamente anteriores à primeira guerra mundial, caracterizados por um esteticismo refinado que permaneceu à margem da agitação política.
Jean Cocteau nasceu em 5 de julho de 1889 em Maisons-Laffitte, perto da capital francesa. Aos 19 anos publicou o primeiro volume de poemas, La Lampe d"Aladin (1909; A lâmpada de Aladim) e, na década de 1910, colaborou com os famosos Ballets Russes de Serguei Diaghilev. Durante a primeira guerra mundial foi motorista de ambulância na Bélgica, experiência que serviu de base para o romance Thomas l"imposteur (1923).
Ligado ao círculo vanguardista parisiense, seu apego ao ópio o levou à internação numa clínica. Uma vez curado, iniciou brilhante etapa literária: escreveu obras de teatro, como Orphée (1926; Orfeu), vários poemas e um romance intitulado Les Enfants terribles (1929). Pouco depois dirigiu seu primeiro filme, Le Sang d"un poète (1930; O sangue de um poeta), sobre o mito da criação artística, e em 1934 escreveu a que é tida como sua melhor peça, La Machine infernale (A máquina infernal), em que trata o mito de Édipo.
Na década de 1940 relegou a segundo plano a atividade literária e voltou-se para a pintura e o cinema. Decorou igrejas e casas de campo com afrescos  e fez filmes como La Belle et la bête (1946; A bela e a fera), obra lírica e fantástica, e Orphée (1950), reflexão sobre a poesia e a morte. Em 1955 foi eleito membro da Academia Francesa. Morreu em 11 de outubro de 1963, em Milly-la-Forêt, perto de Paris.

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