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Infarto


  Patologias

O estresse, o excesso de atividade e as preocupações da vida moderna favorecem a incidência do infarto do miocárdio, doença grave, súbita e às vezes fatal.


Infarto é toda lesão causada num órgão pela destruição dos vasos sanguíneos que o alimentam; assim há infarto renal, pulmonar, placentário etc. Mais comumente, aplica-se o termo ao infarto do miocárdio, que é a necrose ou morte de uma porção do músculo cardíaco, por interrupção ou diminuição do suprimento de sangue para essa área.


A principal causa do infarto do miocárdio (a camada média e mais espessa da parede do coração) é o estreitamento das artérias coronárias, frequentemente acompanhado de trombose (formação de coágulo). Dessa forma, o fluxo sanguíneo é interrompido e a região do miocárdio sofre um processo de necrose, isto é, morte do tecido.

Os sintomas mais frequentes do infarto são: (1) dor aguda no peito, que se irradia para o pescoço, queixo, membro superior esquerdo, região do tórax, com sensação de angústia; (2) vômitos; (3) febre e suor frio; (4) arritmia (alterações do ritmo cardíaco); (5) alterações bruscas da pressão arterial; (6) perda parcial ou total dos sentidos; (7) modificações características no traçado eletrocardiográfico; e (8) aumento, no sangue, de enzimas usadas para o diagnóstico do infarto e outras variações hematológicas.


O eletrocardiograma (registro gráfico das correntes elétricas produzidas pela atividade do músculo cardíaco) mostra com precisão a evolução do infarto. Na primeira semana, podem advir complicações mais ou menos graves, desde alterações no ritmo cardíaco até insuficiência, ruptura de membrana etc.


O tratamento adequado do infarto é feito nos centros de tratamento intensivo (CTI) onde o paciente fica sob observação e seu ritmo cardíaco é controlado por monitores especiais. Consiste basicamente em repouso absoluto e administração de anticoagulantes e tranquilizantes

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A prevenção da doença consiste em evitar os principais fatores de risco, que são: hipertensão arterial (pressão alta), obesidade, excesso de colesterol e gorduras neutras (triglicerídeos) no sangue, diabetes, estresse e ingestão excessiva de estimulantes e substâncias como o fumo, álcool, café etc.


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