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Ilhas Carolinas


  Geografia Fisica

Maior arquipélago da Micronésia, as ilhas Carolinas têm importante valor estratégico. Politicamente estão divididas em duas nações: as Carolinas ocidentais compõem a república semi-independente do Palau; e as Carolinas orientais os Estados Federados da Micronésia, que têm um tratado de associação com os Estados Unidos desde 1983.

As Carolinas, com uma superfície de 1.295km2, situam-se no Pacífico sul, ao norte da linha do equador e a leste das Filipinas. As ilhas mais importantes são Kosrae, Ponape, Truk, Babelthuap e Yap. São formadas por materiais vulcânicos e coralinos que configuram um relevo baixo, com cerca de 150m de altura máxima e um pouco acidentado. O clima quente e úmido, é do tipo tropical e as chuvas anuais situam-se em torno de 4.500mm. Os recursos naturais, muito escassos, só permitem o cultivo da copra (amêndoa do coco) e do cacau, além da pesca de subsistência. O turismo e outras atividades do setor terciário são incipientes.

O arquipélago apresenta grande variedade de tipos raciais, culturais e lingüísticos. Nas ilhas ocidentais mesclam-se etnias melanésias e filipinas; nas orientais predominam as feições polinésias.
As ilhas, descobertas em 1526 pelo espanhol Toribio Alonso de Salazar, só em 1686 foram anexadas à coroa espanhola, que as chamou Carolinas, em honra do rei Carlos II. Apesar da anexação, os espanhóis não ocuparam o arquipélago de maneira efetiva, o que permitiu incursões alemãs e britânicas. Em 1899, a Espanha vendeu o arquipélago ao governo alemão, mas este, diante da derrota na primeira guerra mundial, perdeu-o para o Japão.

Durante a segunda guerra mundial, as ilhas converteram-se em palco de combates entre japoneses e americanos. Em 1945, as Carolinas passaram à tutela das Nações Unidas, sob a administração fiduciária dos Estados Unidos, junto com as ilhas Marianas e Marshall.


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