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Gralha


  Taxonomia

Belas, briguentas, inteligentes e, como os papagaios, capazes de imitar vozes de outros bichos e até palavras humanas, as gralhas vivem geralmente em bandos que fazem muita algazarra.

Ave da família dos corvídeos, a mesma do corvo do hemisfério norte, as gralhas têm cauda longa, asas largas e, com frequência, sinais coloridos nos lados da cabeça e topete. As cores básicas de sua plumagem são o azul e o preto, que em certos casos se contrapõem a zonas brancas. Onívoras, comem não apenas sementes e frutas, mas também pequenos animais e até filhotes e ovos de outras aves. Há, no Brasil, cinco espécies principais.

A gralha-azul (Cyanocorax coeruleus), de 39cm, corpo azul reluzente, cabeça, pescoço e peito pretos, é tão típica dos pinheirais que foi tomada por ave-símbolo do Paraná: ocorre de São Paulo ao Rio Grande do Sul. É semelhante a gralha-do-pantanal (C. cyanomelas), de 35cm, comum em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mas cujo colorido tende ao violeta.

A gralha-do-campo (C. cristatellus), de 33cm e manto azul-escuro, distingue-se pelo topete alto e a cauda quase toda branca: típica dos cerrados do planalto Central, ocorre do Pará, Maranhão e Piauí até Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

A gralha-do-mato ou gralha-picaça (C. chrysops), de 34cm, espécie silvestre da Amazônia e do Brasil central, tem manchas azuis em torno dos olhos, destacando-se a cabeça preta, a barriga branca e um topete baixo e arredondado.

A cancã ou quenquém (C. cyanopogon), de 31cm, parecida com a precedente, mas com o manto cor de fuligem em vez de azul-escuro, as asas e a cauda pretas, a barriga e a ponta da cauda brancas, é abundante no Nordeste, onde frequenta as caatingas.


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