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Garoupa


  Taxonomia
De sabor reconhecido universalmente, a garoupa habita águas litorâneas, geralmente perto de pedras, lajes, ilhas, baixios e recifes.
Da família dos serranídeos, a que pertencem também o badejo, o cherne e o mero, a garoupa é conhecida na costa brasileira pelas espécies Epinephelus guaza, a garoupa verdadeira; E. morio, a garoupa-de-são-tomé; Cephalopholis fulvus, ou garoupa-chita; e, mais rara, Alphestes after, a garoupa-gato. Há seis gêneros de água doce, no Chile, Japão e China.
A garoupa verdadeira, de coloração chocolate com manchas verdes esparsas, tem uma risca negra, atrás dos maxilares, e nadadeiras escuras, debruadas de branco. É conhecida também por galinha-do-mar, garoupa crioula, garoupa preta e piracuca. Chega a atingir um metro e alimenta-se de peixes, crustáceos e moluscos, tanto frescos como deteriorados.
A garoupa-chita, também chamada caraúna, catoá e garoupinha, varia do amarelo-claro até o pardo-escuro, passando pelo vermelho-vivo, com pequenas pintas azuis. A garoupa-de-são-tomé, que é conhecida no Espírito Santo por garoupa verdadeira, tem outros nomes regionais: garoupa-de-segunda, garoupa-vermelha-de-abrolhos, piragia e garoupa bichada. Recebe esse último nome por apresentar com freqüência larvas de verme nos músculos e no fígado. A garoupa-gato é conhecida como badejo, em São Paulo, peixe-gato, no Espírito Santo, sulapeba, na Bahia e pirapiranga, sapá e serigado vermelho, no Nordeste.

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