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Família Bittencourt


  Biografias

Os Bittencourt, pai e filho, fizeram um jornalismo combativo, defendendo em seus jornais as causas populares e influindo na política brasileira.
Edmundo Bittencourt nasceu em Santa Maria RS em 1866, mas iniciou-se no jornalismo em Porto Alegre, como colaborador de A Reforma. Fez depois carreira na imprensa do Rio de Janeiro, onde estudou direito. Trabalhou como advogado com Rui Barbosa, que comprou o espólio de A República e fundou A Imprensa, de que Edmundo foi secretário até 1901. Edmundo conseguiu comprar mais tarde o espólio de A Imprensa e fundou o Correio da Manhã, imprimindo a esse jornal a marca de sua forte personalidade. Oposicionista, jamais apoiou governo algum, o que lhe valeu grande prestígio junto ao povo. O Correio foi o órgão que mais contribuiu para o fim da República Velha. Edmundo Bittencourt faleceu em 1943, no Rio de Janeiro RJ.
Paulo Bittencourt, filho de Edmundo, nasceu no Rio de Janeiro RJ em 1895. Estudou em Cambridge, Inglaterra e cursou a Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Jornalista desde a mocidade, trabalhou no Correio da Manhã. A partir de 1922, foi um dos líderes da oposição à candidatura Artur Bernardes. Esteve preso, mas em 1929 assumiu a direção do jornal, que manteve na linha oposicionista característica de seu pai. Homem de sólida cultura humanística, liderou a resistência contra o Estado Novo e contribuiu para sua derrubada. Com sua morte em agosto de 1963, em Estocolmo, Suécia, sua mulher, Niomar Moniz Sodré Bittencourt, assumiu o jornal e lhe conservou as características de veículo de opinião. Apoiou o movimento militar de 1964 mas logo passou para a oposição ao regime. Pressionado pelo governo, o Correio da Manhã desapareceu.

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