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Estearina


  Bioquímica

Largamente empregada como matéria-prima na indústria de sabões, a estearina é também útil na fabricação de velas. Para esse fim, deve ser purificada por destilação.

Estearina é uma mistura dos ácidos esteárico e palmítico. Obtém-se com a retirada do ácido oléico, por prensagem a baixa temperatura, da mistura de ácidos graxos que resulta da saponificação de matérias graxas, como óleos e gorduras. As matérias-primas mais importantes para obtenção da estearina são sempre glicerídeos. Entre as gorduras animais utilizadas com maior freqüência para esse fim estão a manteiga, o leite e o sebo. Entre as vegetais, os óleos de amêndoas, de oliva e de dendê.
Em estado puro, a estearina forma cristais pequenos e de brilho nacarado, dificilmente solúveis no álcool a frio, porém bastante solúveis a quente. Seu comportamento durante a fusão é característico: à temperatura de 55o C, ela se funde; volta a se solidificar em seguida e torna-se fluida pela segunda vez a 72o C.

A hidrólise ou saponificação de óleos e gorduras é o principal processo utilizado para obtenção da estearina em grande escala, uma vez que utiliza somente água, ou ácidos e bases diluídos. Quando se usa água, os óleos e gorduras se desdobram quando aquecidos em autoclave a 170o C sob pressão de seis a oito atmosferas. A baixas temperaturas (40o C), são hidrolizados com ajuda da enzima lipase.


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