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Energia e Meio Ambiente


  Meio Ambiente

O tema energético está estritamente relacionado com o meio ambiente, visto que toda energia produzida no planeta é resultado da utilização e transformação dos recursos naturais.

As sociedades mais antigas, assim como a atual, usou a natureza para gerar a energia necessária ao seu cotidiano. Em épocas mais remotas, por exemplo, o homem primitivo queimava troncos e galhos de árvores para produzir fogo; durante a Idade Média a energia de cursos d"água e dos ventos foram também utilizadas para atender às necessidades da época. Em todos esses períodos a intervenção do homem na natureza não causava grandes impactos capazes de alterar o ciclo natural da Terra. No entanto, com a Revolução Industrial e o surgimento das máquinas a vapor, teve início um novo processo de apropriação predatória do meio ambiente. À partir de então, as sociedades passaram a consumir mais, o que levava ao surgimento de novas fontes energéticas, bem como sua intensa exploração junto com matrizes tradicionais. Assim, cada vez mais, foram geradas energia proveniente da água, carvão, petróleo, gás natural, entre outras.

Atualmente, ainda predatórios, os padrões mundiais de consumo e produção de energia são baseados em fontes não renováveis e de grande impacto ambiental como a dos combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão). Esses combustíveis são os grandes responsáveis pela emissão de bilhões de toneladas de gases na atmosfera, o que tem gerado o aumento da temperatura e a destruição da camada de ozônio, que por consequência, vem provocando as mudanças climáticas do planeta. São essas mudanças do clima que geram, além de alterações bruscas nas características das estações do ano, o aumento de ventanias, ciclones e enchentes, cada vez mais frequentes em nosso cotidiano.

Diante desse cenário, o Brasil, comparado aos demais países, apresenta condições favoráveis a mudanças no modelo atual de produção e consumo de energia. A título de exemplo, em 2003 enquanto as energias renováveis representavam apenas 14,4% da produção energética mundial, no Brasil esse percentual era de 41,3%, ou seja, quase metade da produção energética brasileira provinha de fontes como a biomassa (etanol, carvão vegetal, etc.), solar, eólica e, principalmente, a hidráulica.

Sob controle do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil possui um importante instrumento ambiental voltado para a produção energética e sua relação com as mudanças climáticas. Trata-se da Coordenação de Energia e Meio Ambiente, a qual cabe a formulação e proposição de políticas e normas, e a definição de estratégias relacionadas aos rebatimentos ambientais associados à matriz energética brasileira. Além disso, o país dispõe de dois importantes programas voltados especificamente para a promoção da conservação da energia e racionalização do seu uso. Trata-se do Programa Nacional de Energia Elétrica (Procel), que promove ações de educação, etiquetagem, gestão energética municipal, iluminação pública, gestão de eletricidade na indústria e em edificações e saneamento ambiental; e o Programa Nacional de Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), que promove ações em transporte e de etiquetagem de produtos.


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