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Dália


  Botânica

O nome dália vem do sobrenome do botânico Andreas Dahl, numa homenagem do naturalista espanhol Antonio José Cavanilles, que foi o primeiro a classificá-la.

Planta da família das compostas, gênero Dahlia, a dália é mais conhecida por sua flor. O arbusto alcança até dois metros de altura, e apresenta folhas opostas, de borda dentada, divididas em lóbulos. Reproduz-se por sementes, tubérculos, estacas e enxertos. A raiz, tuberosa, produz um óleo essencial, a inulina, e um princípio amargo, a dalina.

As flores agrupam-se em inflorescências de coloração muito variada, desde os tons vermelhos, rosas e purpúreos aos matizes amarelos e cores esbranquiçadas. As pétalas se mantêm na flor por pouco tempo. O cultivo da dália requer apenas terra fértil e fresca, além de sol, resistindo bem às intempéries e estiagens, bem como a doenças e pragas.

A dália foi encontrada nos altiplanos do México, por botânicos espanhóis, que a levaram para a Europa em 1798, de onde disseminou-se por todo o mundo. Os floricultores já obtiveram mais de três mil espécies, das quais as mais conhecidas são D. pinnata e D. variabilis. São mais freqüentes no Brasil as crisandálias ou dálias-cactos, com florezinhas de corolas pontiagudas; as pompons, de capítulos pequenos, em forma de bola; as decorativas, de capítulos grandes e corolas achatadas; e as singelas, de capítulos com poucas flores.


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