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Crise ambiental e os modelos de desenvolvimento econômico


  Meio Ambiente

A chamada crise ambiental é o que está ocorrendo em decorrência da resposta da natureza à imprudência do ser humano no sentido de não se preocupar com os processos naturais de organização dentro de uma perspectiva ecológica equilibrada, portanto a crise ambiental nada mais é do que a reação da natureza às ações do ser humano.

A Crescente procriação humana fez com que os recursos ambientais e a poluição causada pelo modo de vida humano causassem grande degradação ambiental e grandes consequências no meio ambiente mundial, afetando os processos naturais e o equilíbrio ambiental dos ecossistemas.

Com a revolução industrial começaram os processos de geração assustadoramente crescentes de poluição em massa pelas indústrias e pela queima de combustíveis fósseis para a geração de energia para essas mesmas indústrias e para os automóveis.

Desde então a poluição vem crescendo em todos os países do planeta, assim como também o excesso de resíduos que têm causado sérios problemas nas sociedades humanas.

Atualmente, já não se pode mais fingir que o problema ou crise ambiental não existe, ou que essa crise no meio ambiente não é causada pelos excessos e desregramentos do ser humano, como se tentou supor em alguns países desenvolvidos e capitalistas no início desta crise ambiental.

Agora a tomada de decisões tornou-se imprescindível para se manter o pouco que ainda resta do meio ambiente ecologicamente equilibrado ou o que se pode reciclar deste meio ambiente.

Com esta situação de crise ambiental chegada ao extremo de suporte do meio ambiente, as ações e modelos de desenvolvimento econômicos com o foco no desenvolvimento sustentável tornaram-se peças essenciais para a retomada de decisões no sentido de salvaguardar a natureza e consequentemente a nossa própria espécie na destruição e extinção.

Porque não podemos mais nos preocupar em falar somente nas outras espécies, pois um número verdadeiramente assustador destas espécies já entrou em extinção e agora, na realidade, temos que atacar o problema não como ambientalistas sentimentais que se preocupam com a famosa frase “vamos proteger os bichinhos”, mas sim a nós próprios!

E esta preocupação tem maior força a cada dia, com os frequentes desastres ambientais que estão ocorrendo em todo o planeta. Causados pelo desrespeito às leis naturais e pela ganância ou despreocupação acomodada de alguns de nossa espécie.

Observando os meios de comunicação temos uma pequena ideia do que está ocorrendo a nível ambiental no planeta em que vivemos e a discussão agora é a solução para que a natureza retorne ao seu habitual equilíbrio.
Os chamados pesquisadores encomendados que tentam confundir a massa da população com pesquisas no sentido de se omitir os efeitos da degradação ambiental causada pelo ser humano estão cada vez mais escassas, pois as pessoas já não mais acreditam nestas tentativas de se esconder o óbvio.

Portanto, tentar convencer as pessoas de que está realmente ocorrendo uma grave crise ambiental é perda de tempo, porque esta verdade já está mais do que aceita em todas as camadas sociais e os governantes já não conseguem mais convencer com discursos de que não precisamos proteger o meio ambiente.

Prova disso é a negação de alguns governantes, em países como o EUA que não assinam tratados de proteção ao meio ambiente e não se comprometem em diminuir as emissões de poluentes, mas seus estados independentes estão aderindo pouco a pouco aos tratados e se comprometendo em modificar atitudes em seus locais de abrangência em benefício do meio ambiente e das causas ambientais.

Com o renomado autor SIRVINSKAS (2005, p. 23) vemos que “a crise ambiental surge entre a Idade Média e Moderna, especialmente no período da Revolução Industrial, pois começaram as agressões à natureza [...]”.

 


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