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Cravo-da-índia


  Botânica

O alto teor de eugenol é responsável pelo delicado aroma dos cravos, usados para condimentar frutas em calda e doces. Temperam picles, molhos, carnes, peixes e aves, e são comuns no preparo de presunto.

Cravo-da-índia é um pequeno botão floral dessecado, colhido antes de desabrochar, do craveiro-da-índia (Syzygium aromaticum, também classificado às vezes como Eugenia caryophyllata). Essa árvore tropical, da família das mirtáceas, parece ser nativa das ilhas Molucas, na Indonésia. Alcança até 12m e se reproduz por sementes.

Por volta de 200 a.C., os cravos eram exportados de Java para a corte chinesa, onde havia o costume de mantê-los na boca para refrescar o hálito. Na Idade Média, o cravo-da-índia se transformou em um dos principais itens do comércio de especiarias. Os holandeses, depois de expulsar os portugueses das Molucas, em 1602, monopolizaram o comércio do cravo e extirparam as plantações de todo o arquipélago, exceto das ilhas de Amboina e Ternate, para criar escassez e manter altos os preços. Na segunda metade do século XVIII o monopólio holandês foi quebrado por contrabandistas franceses. No Brasil, o cravo-da-índia se aclimatou no Amazonas, Pará e Bahia.


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