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Colica em Cavalos


  Patologias
Cavalo inquieto por dores de colica 

Hoje em dia, a cólica, para todos que lidam com cavalos, é uma das maiores preocupações. É um problema mais comum do que muita gente pensa e mata muitos cavalos a cada mês.

 

 

 

O que é a cólica?

Cólica significa uma crise de dor abdominal, de origem variada. Nós podemos especificá-la em duas maneiras: Surda: o animal fica inquieto, cava o chão, deita e levanta sem parar, come pouco ou as vezes nada. Mas o grande alívio é quando o cavalo consegue defecar... Verdadeiras: além dos sinais anteriores, o animal pode chegar a cair, coicear a si mesmo, suar profundamente, manifestando o sofrimento de forma impressionante. Na maioria das vezes, as crises se apresentam e somem; em outras, o desfecho pode ser fatal. Em alguns animais essa predisposição pode ser hereditária, mas qualquer um está sujeito a isso. Quando constatar sintomas semelhantes, a providência imediata é faze-lo andar ao passo e logo chamar um veterinário.

Por que a cólica ocorre?

Na grande maioria os casos são devido a mudanças alimentares, estresse, mudanças meteorológicas, ou até um objeto ingerido pelo animal (uma pedra, por exemplo) que acaba por dificultar a digestão. Este objeto misturado com o bolo alimentar pode acabar ficando preso nas alças intestinais formando verdadeiras e perigosas pedras que, por sua vez, podem obstruir a passagem das fezes.

O que podemos fazer para prevenir?

O que podemos fazer para prevenirmos esse mal, é tratar cuidadosamente da alimentação do cavalo. Citamos abaixo alguns cuidados essenciais: - Manter a pureza e frescor da água - Manter a ração armazenada em local limpo e sem umidade - O cocho deve estar sempre limpo, sem restos de ração velha. - Tomar cuidado para que o feno e alfafa não estejam mofados e deteriorados, pois são especialmente perigosos. - Quando for alterar a dieta de um cavalo, deve se fazê-lo aos poucos, fazendo com que organismo se adapte. - Não deixar o cavalo sem exercício. Cavalos encocheirados são mais propensos a terem cólicas por falta de movimento. Caso não possa montar seu cavalo, solte-o em um piquete ou rode-o na guia.

A cólica tem cura?

Quem poderá definir se tem cura ou não será somente um veterinário. Ele irá avaliar o quadro do cavalo enfermo. As vezes a simples aplicação de alguns medicamentos ou a passagem de uma sonda estomacal, resolve a má digestão. Outras o caso é mais complicado e é necessário uma cirurgia. E infelizmente, dependendo do caso, não tem jeito. Abaixo montamos uma tabela para melhor visualização:

:: Sintomas :: :: Possíveis motivos ::
inquieto
cava o chão
deita e levanta
come pouco ou nada
não se agüenta em pé
coiceia a si mesmo
suando profundamente mudança alimentares
mudanças meteorológicas
estresse
falta de atividade física
falta de alimentação verde para a boa digestão
 


:: Prevenção:: :: Providência ::
servir ração de boa qualidade e bem conservada
não deixar ração velha no cocho
servir sempre água limpa e fresca
servir feno e alfafa frescos e limpos
servir alimentos "verdes" para a boa digestão
 Ao menor sinal de cólica, entre em contato com um veterinário. Enquanto ele não chega deve-se puxar o cavalo ao passo e oferecer-lhe alimento verde. 

O ciclo éstrico na égua pode ser considerado como o período compreendido entre a ovulaçãode um folículo maturo até à ovulação do folículo maturo seguinte. Este é, normalmente, um período de 21 dias em éguas Puro Sangue Inglês e de até 25 dias em éguas de raças póneis. O cio, isto é, a exibição do desejo e a aceitação do garanhão, tem início antes da ovulação e normalmente prolonga-se por 24 a 48 horas após a ovulação. Após este período a égua perde a receptividade.

No que se refere à relação existente entre o ciclo éstrico, nomeadamente a fase de estro (cio), e as alterações das características do pêlo e crinas, esta é compreensível, se considerar-mos que ao ciclo éstrico estão associadas um conjunto de alterações hormonais. Assim, o efeito das hormonas sexuais femininos (estrógeno e progesterona) pode-se fazer sentir ao nível da estrutura e composição do pêlo. Um exemplo desse efeito, é o exercído sobre as glândulas sudoríparas que estão distribuídas em todas as zonas pilosas e cujos dutos se abrem nos folículos pilosos primários, libertando, durante o cio, secreções que contém feromonas, contribuindo para a atração e excitação dos garanhões.

 


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