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Celenterados


  Invertebrados
A palavra celenterados, criada pelo alemÒo Rudolf Leuckart no sÚculo XIX, provÚm do grego koilos, "oco, vazio" e enteron, "intestino", em alusÒo ao fato de ser uma espÚcie de intestino a ·nica cavidade do corpo desses animais.
Celenterados, tambÚm chamados cnidßrios, sÒo invertebrados aqußticos, principalmente marinhos, com cerca de nove mil espÚcies, que constituem um filo do sub-reino dos metazoßrios. Caracterizam-se por suas numerosas formas e pelas cores brilhantes, que lhes dÒo grande beleza. Hidras, ßguas-vivas, corais e anÛmonas-do-mar sÒo as espÚcies mais conhecidas, encontradas em regi§es costeiras (anÛmonas) ou em alto-mar (ßguas-vivas), fixas (corais) ou flutuantes (caravelas). SÒo raras as que vivem em ßgua doce, como as hidras.
Esse filo re·ne os mais primitivos tipos de animais entre os que tÛm as cÚlulas organizadas em diferentes camadas: ectoderma (externa), endoderma (interna) e, entre ambas, a mesoglÚia, membrana acelular. Essas duas camadas circundam uma cavidade gastrovascular chamada celÛntero, parte bßsica dos celenterados, que nÒo possuem ¾rgÒos respirat¾rios, circulat¾rios, excretores (Ônus) e sistema nervoso bem definidos. Em uma das extremidades do corpo dos celenterados localiza-se a boca, a ·nica abertura do celÛntero, circundada por tentßculos que servem para capturar e ingerir alimentos. Os cnidßrios sÒo carnÝvoros e nutrem-se de zooplÔncton (pequenos animais em suspensÒo na ßgua), crustßceos, ovas de peixe e larvas.
SÒo quatro as classes dos celenterados: (1) hidrozoßrios (hidras de ßgua doce e caravelas), os mais primitivos, com 2.700 espÚcies; (2) cifozoßrios (ßguas-vivas), com 200 espÚcies; (3) antozoßrios (corais, anÛmonas-do-mar), com seis mil espÚcies; (4) cubozoßrios, antes incluÝdos entre os cifozoßrios, com uma s¾ ordem, a das cubomedusas.
Seus tentßculos contÛm toxinas encapsuladas, os nematocistos, que paralisam a presa, levada para o celÛntero, esmagada e absorvida pelo corpo. O excedente Ú armazenado no endoderma como gordura. Alguns celenterados possuem toxinas urticantes, que provocam queimaduras, como as ßguas-vivas. A vespa-do-mar (Chironex fleckeri), espÚcie de medusa, Ú uma das poucas letais ao ser humano.
Duas sÒo as formas bßsicas dos celenterados: (1) polip¾ide, isto Ú, cilÝndrica, com boca e tentßculos voltados para fora; Ú sÚssil (isto Ú, adere a outro ser vivo) e se organiza em col¶nias de at¾is e recifes, que chegam a medir 1.600km, como os corais, cujos esqueletos externos (exosqueleto), que secretam, aderem uns aos outros; (2) medus¾ide, que se assemelha a um sino ou pires, com tentßculos pendentes; natante, desloca-se mediante contraþ§es seriadas dos m·sculos Ó volta da boca, onde se localizam os ¾rgÒos sensoriais.
O corpo dos celenterados varia muito em tamanho, desde espÚcies quase microsc¾picas, como algumas hidromedusas, atÚ as de mais de um metro de diÔmetro, como certas anÛmonas-do-mar. Algumas ßguas-vivas chegam a pesar mais de uma tonelada. A reproduþÒo desses seres vivos pode ser assexuada, como entre as hidras de ßgua doce, ou sexuada, com espermatoz¾ides e ¾vulos, como no caso das medusas. A excreþÒo nÒo conta com qualquer estrutura especial e em algumas espÚcies reduz-se quase exclusivamente a am¶nia.
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