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Cavalo-marinho


  Taxonomia

O nome cavalo-marinho deriva do perfil da cabeça desse pequeno peixe, de conformação das mais peculiares, lembrando a de um cavalo.

Peixe actinopterígio (de esqueleto ósseo) da família dos singnatídeos, o cavalo-marinho varia de 10 a 15 cm de comprimento. É conhecido também como hipocampo, nome que na mitologia grega designava um animal fabuloso, metade cavalo, metade peixe. Seu corpo, comprimido lateralmente, é revestido de placas duras, que formam uma couraça ornada de cristas laterais paralelas. Na altura do abdome, o corpo se alarga para a frente e se afina para a cauda, com a qual o animal se prende a algas e pedras.

A cabeça é quase perpendicular ao corpo e termina por longo focinho tubular, utilizado para a captura, por sucção, de pequenos crustáceos. O cavalo-marinho usa a cauda como leme, deslocando-se em posição vertical graças a rápidas vibrações da nadadeira dorsal. A reprodução é das mais curiosas: a fêmea deposita os ovos numa bolsa incubadora que os machos têm no abdome. Após cerca de dois meses, concluída a incubação, o macho se contrai para expelir os filhotes, que nascem com pouco mais de um centímetro e já conseguem nadar.

Entre as diversas espécies de cavalo-marinho, destacam-se Hippocampus guttulatus (ou H. ramulosus), dos mares europeus, e H. kuda, do oceano Pacífico. No Brasil ocorrem sobretudo duas espécies do Atlântico tropical, H. erectus e H. reidi.


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