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Carlos Saura


  Biografias

A arte de Carlos Saura deu grande impulso à renovação do cinema espanhol a partir do início da década de 1960. Seu estilo narrativo, cheio de alegorias e alusões metafóricas a questões políticas, amadureceu sob a ditadura franquista.
Carlos Saura nasceu em Huesca, Aragão, em 1932. Irmão mais novo do pintor Antonio Saura, sua precoce vocação artística levou-o a dedicar-se profissionalmente à fotografia. Após terminar os estudos na Escola Oficial de Cinema de Madri, realizou seu primeiro filme, Los golfos (1959), notável pelo tratamento realista dos ambientes marginais, e em 1963 obteve grande êxito popular com Llanto por un bandido (O pistoleiro sem lei e sem alma). Dois anos depois recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Berlim por La caza (A caça), dura parábola sobre a realidade social espanhola. Suas obras seguintes, entre elas La madriguera (1969), La prima Angelica (1973) e Cría cuervos (1975), caracterizaram-se por claustrofóbicos estudos psicológicos, com cenas oníricas e patentes alusões políticas. A maioria dos filmes dirigidos por Saura na década de 1970 tinham Geraldine Chaplin, sua mulher na época, no papel principal.
Depois do estabelecimento do regime democrático na Espanha, Saura realizou vários filmes dentro de sua temática habitual, como Mamá cumple cien años (1979; Mamãe faz cem anos), mas em Deprisa, deprisa (1981; Depressa, depressa), sobre delinqüência juvenil, tentou novos caminhos. Destacou-se internacionalmente com a trilogia que tem como ator principal o bailarino Antonio Gades -- Bodas de sangre (1981), Carmen (1983) e El amor brujo (1985) -- e com o ambicioso filme sobre a odisséia do conquistador espanhol Lope de Aguirre, Eldorado (1987), rodado na Costa Rica.

 

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