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Carl Theodor Dreyer


  Biografias
A personalidade mística do maior cineasta dinamarquês fez de seus filmes profundas explorações da experiência religiosa, executadas num estilo "estático" que enfatiza e prolonga os grandes planos.
Carl Theodor Dreyer nasceu em Copenhague, em 3 de fevereiro de 1889. Foi pianista, escriturário, jornalista e crítico teatral, antes de entrar para o cinema, em 1913, como roteirista e montador. Estreou na direção em Praesidenten (1919; O presidente), seguido de Blade af Satans bog (1920; Páginas do livro de Satã), Prästänkan (1920; A viúva do pastor), Die Gezeichneten (1922; Amai-vos uns aos outros), Der var engang (1922; Era uma vez), Du skal aere din hustru (1925; Respeita tua mulher) e outros.
Na França, Dreyer obteve seu grande triunfo ao dirigir La Passion de Jeanne d"Arc (1928; O martírio de Joana d"Arc), baseado em registros oficiais do julgamento. Dreyer criou um novo tipo de drama histórico, usando os grandes primeiros planos (close-ups) para explorar as revelações de cada mudança fisionômica e estabelecer íntima relação entre personagens e platéia.
No cinema sonoro o cineasta manteve o estilo criado no silencioso: em Vampyr, L"Etrange aventure de David Gray (1932; O Vampiro), a luz é difusa, irreal como o espírito do filme; em Vredens dag (1943; Dia da ira) a heroína luta para ser feliz, mas é derrotada pela intolerância; Tvä människor (1945; Duas pessoas) e Ordet (1955; A palavra) - ganhador do Leão de Ouro do Festival de Veneza - dramatizam a complexa relação entre bem social e bem espiritual. O último filme do cineasta, Gertrud (1964; Gertrude) é o estudo sutil de uma mulher para quem o amor está acima de tudo. Dreyer morreu em Copenhague, em 20 de março de 1968.
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