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Canela


  Botânica
Utilizada já na Europa medieval como condimento, a canela tem sido, durante séculos, uma das especiarias mais apreciadas. Junto com o cravo e a pimenta, constituiu a base de um próspero comércio entre a Europa e o Oriente.
Canela é uma especiaria de cor avermelhada, de aroma suave com sabor doce característico e muito agradável. Empregada em culinária, perfumaria e também em medicina, por suas propriedades tônicas e estimulantes, é obtida da casca seca e triturada de diferentes espécies vegetais, sobretudo da chamada caneleira da Índia (Cinnamomum zeylanicum), arbusto da família das lauráceas, de folhas aromáticas, originária do Sri Lanka (antigo Ceilão). As flores, amarelas, são pequenas e numerosas, agrupadas em cachos ramificados. Os frutos são ovalados, de uma tonalidade roxo-escura.
Cultivada na Índia e em Sri Lanka antes da chegada dos europeus, a canela requer climas quentes e bastante úmidos. Um dos cuidados de seu cultivo são as constantes podas, que estimulam o crescimento de ramos longos e delgados, saídos diretamente do pé da árvore. Da casca dessa planta, extraem-se os pequenos canudos de canela com seu aroma característico. Para uso comercial, retira-se a camada externa, esbranquiçada, e põe-se as tiras de casca para secar até que adquiram um tom avermelhado: assim se prepara a chamada canela em pau. À medida que secam, as tiras se enrolam umas sobre as outras, quando então se procede a seu empacotamento para depois serem comercializadas. A canela entra no pó que serve à preparação do caril (curry), molho típico da Índia, que contém ainda açafrão, cravo e gengibre. O óleo de canela é muito empregado em licores e remédios.

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