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Berílio


  Bioquímica
Em 1797, L. N. Vauquelin anunciou a descoberta de uma nova terra, a do berílio, comparando suas reações com as dos derivados de alumínio.
Berílio (Be), no passado chamado glucínio, é um elemento químico do grupo dos metais alcalino-terrosos, cinza metálico, do grupo IIa da tabela periódica. Possui alta condutividade térmica e elétrica e não é magnetizável. Sua elasticidade é trinta por cento maior que a do aço.
Suas ligas com o cobre, como o bronze de berílio, têm grande dureza e resistência à tração. Temperado com o aço, resiste bem à fadiga, como também ao ácido nítrico concentrado, mas, como o alumínio, não resiste à ação da soda cáustica. Sua resistência ao ar atmosférico deve-se a uma fina camada de óxido de berílio (BeO), que inibe a oxidação. Deve-se ter a máxima cautela no manuseio de seus sais, pois são tóxicos, como, aliás, o próprio metal.
O berílio é encontrado em diversos minérios, dos quais os mais importantes são o berilo, o crisoberilo e a fenacita. Atualmente o metal é preparado pela eletrólise do tetrafluoreto de berílio e potássio, ou pela redução do fluoreto de berílio com o magnésio. Suas aplicações industriais em larga escala começaram na década de 1950. Por sua dureza e resistência à tração, é usado na fabricação de molas, escovas e anéis coletores de motores de alta rotação e trens de aterrissagem de avião. É aplicado como moderador ou refletor, pois tem baixa absorção de nêutrons, e também nas janelas dos tubos de aparelhos de raios X, pela extrema transparência a esses raios.

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