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As Desfesas Artificias


  Imunologia

Em condiþ§es normais, o organismo disp§e de mecanismos para a se defender dos agressores, Ós vezes Ú necessßria uma intervenþÒo externa, para uma reaþÒo mais rßpida ou mais eficiente. logo, se lanþa mÒo das defesas artificiais, como o soro, a vacina e antibi¾ticos.


O soro

Alguns acidentes como ferimentos que possam estar contaminados ou mordidas de animais, devem ser tratados com anticorpos produzidos por outros animais, que forma previamente colocados em contato com o agente causador infeccioso (antÝgeno) ou como o veneno. Esperar que o organismo produza anticorpos, pode ser uma medida nÒo acertada, pois esta produþÒo pode ser muito lenta, o que daria tempo para a proliferaþÒo do agente infeccioso e da aþÒo do alto poder t¾xico do veneno.

Esta substÔncia obtida a partir do sangue de outros animais Ú o soro, que contÚm uma quantidade aprecißvel de anticorpos prontos, que comeþam imediatamente a neutralizar o antÝgeno. Isso dß tempo ao indivÝduo doente para produzir seus pr¾prios anticorpos e impedir a progressÒo da infecþÒo ou da intoxicaþÒo.

A preparaþÒo do soro se faz em animais como cavalos, coelhos, cabras que recebem quantidades nÒo mortais de antÝgeno, em doses progressivamente maiores, com isso, produzem grande quantidade de anticorpos. O soro Ú entÒo retirado do sangue do animal e armazenado para o uso quando necessßrio. Este tipo de imunidade Ú chamada passiva, pois o indivÝduo jß recebe os anticorpos prontos.


A vacina

AtÚ o final do sÚculo XVIII, um grande n·mero de pessoas morria em consequÛncia de uma doenþa chamada varÝola. No entanto, quem contraia a molÚstia e conseguia sobreviver jamais contraÝa a varÝola outra vez.

O gado bovino tambÚm apresentava uma doenþa semelhante, embora menos grave. Os indivÝduos que ordenhava as vacas doentes Ós vezes desenvolviam a molÚstia, ficando conferidas na pele, principalmente das mÒos.

Naquela Úpoca, vivia na Inglaterra um mÚdico chamado Edward Jenner. Ele observou que as pessoas que haviam contraÝdo essa molÚstia do gado nÒo eram gravemente atacadas por varÝola.

Usando uma agulha esterilizada, Edward retirou um pouco de pus da ferida de uma mulher portadora da varÝola bovina, colocando-o nas escoriaþ§es que fez na pela de um menino sadio.

Em pouco tempo o menino adoeceu, mas restabeleceu-se por completo em dois meses.
Para completar sua experiÛncia, o mÚdico injetou nesse garoto, jß curado, pus retirado de um indivÝduo com varÝola humana. A crianþa nÒo contraiu a doenþa,

A palavra vacina (do latim vaccina, que quer dizer "de vaca") surgiu do fato de Jenner retirar de vacas o material que aplicava nas pessoas sadias.

A vacinaþÒo consiste em injetar no organismo vÝrus ou bactÚrias mortos ou atenuados, ou ainda partes destes que poderiam ser reconhecido pelo corpo como um antÝgeno, de maneira que o organismo reaja (sem ficar doente) produzindo anticorpos especÝficos.

Alguns casos, para se obter um volume razoßvel de anticorpos, Ú necessßria a vacinaþÒo por trÛs ou mais vezes (reforþo), pois o tempo que os anticorpos permanecem no organismo Ú varißvel.

A defesa atravÚs da vacina Ú um tipo de imunidade ativa, onde o pr¾prio corpo fabrica os anticorpos.


Os antibi¾ticos

A hist¾ria dos antibi¾ticos comeþou em 1928, quando o escocÛs Alexander Fleming (1881 - 1955) observou que uma col¶nia de bactÚrias nÒo cresceu em um meio de cultura contaminado por fungos. Ele deduziu entÒo que o fungo deveria produzir alguma substÔncia que impedia a multiplicaþÒo das bactÚrias. Mais tarde tal substÔncia foi realmente isolada de um tipo de fungo, o Penicilim notatum, recebendo por isso o nome de penicilina.

Os antibi¾ticos s¾ passaram ser usados com mais sucesso contra diversos tipos de infecþÒo, por volta de 1940. Os antibi¾ticos s¾ devem ser usados com prescriþÒo mÚdica. Usados aleatoriamente, poderÒo ocasionar danos ao organismo.

└s vezes o mÚdico acha necessßrio realizar um antibiograma para detectar qual o antibi¾tico mais eficiente contra determinada bactÚria. Para isso, recolhe-se um pouco de material contaminado do paciente (urina, escarro) e cultiva-se a bactÚria no laborat¾rio, em meios apropriados de cultura. Colocam-se o material em discos de papel embebecido em diversos antibi¾ticos e, ap¾s 24 horas, pode-se observar qual o antibi¾tico mais eficiente.


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