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Arnaldo Jabor


  Biografias

Depois de participar do movimento Cinema Novo e dirigir filmes premiados no Brasil e no exterior, o cineasta Arnaldo Jabor, impelido pela crise em que mergulhou o cinema brasileiro na década de 1980, dedicou-se com sucesso ao jornalismo, como cronista da vida artística, política e cotidiana do país.
Arnaldo Jabor nasceu no Rio de Janeiro RJ em dezembro de 1940. Formou-se em direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e, na época de estudante, editou a revista Movimento, publicada pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Começou no cinema como técnico de som direto e assistente de direção em A nave de São Bento (1963), Maioria absoluta (1964) e Integração racial (1964). Lançou-se como documentarista em O circo (1965) e Opinião pública (1967), coletânea de depoimentos sobre as ambições e os temores da classe média brasileira. Sua primeira ficção foi Pindorama (1969), alegoria sobre a formação sociocultural do Brasil.
Adaptou para o cinema duas obras de Nelson Rodrigues: Toda nudez será castigada (1972), premiado nos festivais de Gramado e de Berlim, e O casamento (1974). Em Tudo bem (1977) fez uma sátira da família de classe média brasileira. As dificuldades do relacionamento amoroso foram tema de Eu te amo (1981) e Eu sei que vou te amar (1986), que deu o prêmio de melhor atriz do Festival de Cannes de 1986 a Fernanda Torres. Em 1990 dirigiu Coup de foudre (Raio) para a televisão francesa.
Depois de tentar levantar recursos para uma nova produção durante quatro anos e de escrever cinco roteiros, tornou-se colunista do jornal Folha de S. Paulo em 1991 e de O Globo, a partir de 1995. Seus artigos, com estilo inspirado na linguagem dos roteiros cinematográficos, foram reunidos em Os canibais estão na sala de jantar (1993) e Brasil na cabeça (1995).

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