Os Neurônios - BioMania
DVD SLIDES DE QUÍMICA
Clique e saiba mais: www.biocompras.com.br

Menu
Busca



Newsletter

Cadastre-se e recebe novidades do BioMania no seu e-mail!


DVDs Slides Premium + DVD Atividades práticas em sala de aula
De: R$ 368,00 Por: R$ 99,00
Economia: 73% Off

Série Slides Prêmium - Química
De: R$ 99,00 Por: R$ 39,00
Economia: 61% Off

Lanterna Led Tática Recarregável Cree Q5 com zoom + Bateria + Carregador
De: R$ 129,00 Por: R$ 69,00
Economia: 47% Off


   Fisiologia


OS NEURÔNIOS


1. Introdução

Trata-se de uma célula com formato peculiar: contém um corpo celular de onde partem prolongamentos de dois tipos, os dentritos e o axônio. Pelos dentritos, os impulsos nervosos alcançam o neurônio; pelo axônio, deixam a célula. No corpo celular, estão quase todo o citoplasma e, ainda, o núcelo da célula nervosa.

Os corpos celulares concentram-se em regiões mais protegidas do sistema nervoso, que formam o chamado sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal). Os prolongamentos dos neurônios afastam-se de seus respectivos corpos celulares formando feixes, os nervos. Aqueles que contêm fibras que levam as informações do sistema nervoso central para a periferia são nervos eferentes ou motores. Os que conduzem os impulsos nervosos da periferia para o encéfalo, são nervos aferentes ou sensoriais.

Alguns neurônios do corpo têm prolongamentos revestidos por uma estrutura rica em gordura chamada bainha de mielina. Há pontos de interrupção da bainha de mielina, chamados nódulos (ou estrangulamentos) de Ranvier.

A presença da bainha de mielina é um dos fatores que determina a velocidade de propagação do impulso nervoso em uma célula. Neurônios mielinizados conduzem o impulso com muito mais velocidade que os neurônios amielínicos. Além desse, um outro fator determinante da velocidade de propagação é o calibre dos prolongamentos do neurônio: neurônios com prolongamentos calibrosos transmitem impulsos com velocidade muito superior à dos neurônios dotados de prolongamentos finos. A velocidade de propagação nos neurônios humanos varia entre 0,5 e 120 m/s.

 

2. A Geração e a Propagação do Impulso Nervoso

No neurônio em repouso, há uma diferença de potencial elétrico (ddp) entre as duas faces de sua membrana plasmática. Essa ddp equivale a - 70 mV, e recebe o sinal negativo (-) porque o lado interno da membrana plasmática, onde há predomínio de cargas negativas, corresponde ao eletrodo de referência. A ddp medida no neurônio em repouso chama-se potencial de repouso ou, como é mais conhecida, potencial de membrana.

Quando o neurônio é estimulado, sofre algumas alterações. Inicialmente, é importante notar que estímulos de diversas naturezas podem excitar os neurônios, etc. Além disso, o estímulo deve ter uma certa intensidade mínima, chamada limiar de excitação, para que o neurônio efetivamente responda a ele. Caso contrário, nenhuma alteração será desencadeada.

Por outro lado, caso o estímulo seja suficiente para excitar o neurônio, essa célula irá reagir já com intensidade máxima. Por isso, diz-se que o neurônio obedece à "lei do tudo ou nada", enunciada a seguir.

 

Uma vez ultrapassado o limiar de excitação de um neurônio, ele irá desencadear sempre a mesma resposta, independentemente da intensidade do estímulo.

As ser estimulada, uma pequena região da membrana plasmática do neurônio torna-se carregada positivamente na face interna e negativamente na face externa. Essa alteração na distribuição de cargas elétricas chama-se despolarização e dura 1,5 milis-segundo. Na verdade, o que ocorreu não foi uma despolarização, mas uma inversão da polaridade.

Na região despolarizada, a ddp entre as faces interna e externa da membrana do neurônio passa de - 70 mV para + 40 mV. Há, portanto, uma oscilação transitória, cuja amplitude é de 110 mV. Essa oscilação da ddp é o potencial de ação.

 

A região estimulada despolariza-se e, em decorrência disso, ocorre um fluxo de cargas positivas em direção à região adjacente, ainda em repouso, o que a estimula e a despolariza. Essa outra região, uma vez despolarizada, irá fazer o mesmo com a região seguinte e, assim, sucessivamente, até que essa "onda" de despolarização atinja o final do axônio.

 

3. A Propagação através da Sinapse

O ponto de conexão entre o neurônio e uma outra célula (outro neurônio, uma célula muscular, uma célula glandular, etc.) é a sinapse. Na extremidade do axônio, e não na célula adjacente, encontram-se vesículas cheias de substâncias químicas chamadas mediadores químicos. Na maioria das sinapses dos vertebrados, os mediadores químicos, também conhecidos como neurotransmissores ou neurormônios, são a acetilcolina e a noradrenalina.

Quando o impulso nervoso alcança a terminação do axônio, ocorre rompimento das vesículas contendo o mediador químico, que extravasa para o espaço existente entre as células. Atingindo a membrana da outra célula, excita-a quimicamente. Tratando-se de um outro neurônio, um impulso nervoso será gerado, e irá se propagar pela sua membrana plasmática. Caso se trate de uma célula muscular, deverá responder ao estímulo se contraindo.

A propagação do impulso nervoso através da sinapse também é unidirecional, uma vez que as vesículas contendo o mediador químico só são encontradas na extremidade do axônio.






Os animais mais estranhos do planeta

As muitas espécies de polvo que vivem fora do alcance dos mergulhadores, pesquisadores de mergulho e até mesmo perto da costa são relativamente desconhecidos em comparação com as espécies de águas rasas mais familiares.

Mas isso não significa que eles não ...




[ Mandar esta matéria para um amigo ]
 
Disciplinas
Aeronáutica e astronáutica 
Anatomia Humana 
Artrópodes 
Astronomia 
Biofísica 
Biografias 
Bioquímica 
Botânica 
Citologia 
Dinâmicas 
Ecologia 
Embriologia 
Evolução 
Fisiologia 
Fisiologia Vegetal 
Frutas Comestiveis 
Genética 
Geografia Fisica 
Geologia 
Histologia 
Ictiologia 
Imunologia 
Invertebrados 
Meio Ambiente 
Microbiologia 
Patologias 
Reproduçao 
Taxonomia 
Vertebrados 
Zoologia 
 
© 1999/2014 - BioMania- Todos os direitos reservados