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Embriologia do Sistema Nervoso


 Embriologia

    O sistema nervoso tem origem ectodérmica, e sua maior parte deriva do tubo neural e cristas neurais.

     À medida que o tudo neural se forma três zonas distintas aparecem: a zona ependimária, do manto e marginal. As células da zona do manto originam os neurônios e as células da glia, com exceção da micróglIA.

    A porção cefálica do tubo neural apresenta-se dilatada, sendo possível reconhecer três formações: as vesículas cerebreais primitivas, que são o prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. O prosencéfalo origina o telencéfalo e o diencéfalo, o mesencéfalo pouco se desenvolve e o rombencéfalo subdivide-se em metencéfalo, que formará o cerebelo e a ponte, e miencéfalo que originará a medula oblonga.

    O crescimento desigual da zona do manto causa o espessamento das paredes laterais da medula enquanto o teto e o assoalho continuam delgados, formando as lâminas do teto e do assoalho. A porções ventrais e dorsais das paredes laterais originam as placas basais e alares que formarão os cornos motores ventrais e os cornos sensitivos dorsais respectivamente.
    Em A secção tranversal do tubo neural de um embrião com 23 dias. B e C com seis e nove semanas rspectivamente. Em D secção do tubo neural mostrado em A. E secção da parede da medula espinhal em desenvolvimento mostrando suas três zonas.

       Da mesma maneira que na medula, a parede das vesículas encefálicas exibem também a formação das lâminas do teto e do assoalho, bem como das placas alares e basais, formando o encéfalo e mielencéfalo. No último o espessamento das paredes laterais e o assoalho originam a medula oblonga.

    No metencéfalo a lâmina do teto de adelgaça e as porções dorsais das placas alares se espessam e formam a placa cerebelar, que originará o vermis e os hemisférios cerebelares.

    O mesencéfalo é a vesícula que menos se desenvolve, ficando recoberta pelo cerebelo e hemisférios cerebrais. As placas alares formarão os tubérculos quadrigêmeos. A luz do mesencéfalo se estreita originando o aqueduto cerebral.

    O estreitamento da luz do diencéfalo dá origem ao terceiro ventrículo. A lâmina do teto forma uma pequena evaginação que posteriormente transforma-se em um corpo sólido - a epífise. O desenvolvimento do diencéfalo origina o epitálamo, tálamo e hipotálamo.

    O telencéfalo é a vesícula mais cranial do tubo neural primitivo e seu desenvolvimento origina a lamina terminalis.

    As fibras nervosas que saem da medula espinhal começam a aparecer no final da quarta semana. Estas fibras se originam de células das placas basais da medula espinhal em desenvolvimento e emergem como um série de radículas ao longo da superfície ventrolateral. Os prolongamentos das células acabam por se unir e formam assim os nervos espinhais. Os doze pares de nervos cranianos formam-se durante a quinta e sexta semana do desenvolvimeNTO.

     A meninges derivam de células provenientes das cristas neurais e  os plexos coróides, expansões constituídas por um eixo conjuntivo vascular revestido pelo epitélio ependimário, formados pela projeção das meninges para o interior das vesículas encefálicas.

    O sistema nervoso tem origem ectodérmica, e sua maior parte deriva do tubo neural e cristas neurais.

     À medida que o tudo neural se forma três zonas distintas aparecem: a zona ependimária, do manto e marginal. As células da zona do manto originam os neurônios e as células da glia, com exceção da micróglia.

    A porção cefálica do tubo neural apresenta-se dilatada, sendo possível reconhecer três formações: as vesículas cerebreais primitivas, que são o prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. O prosencéfalo origina o telencéfalo e o diencéfalo, o mesencéfalo pouco se desenvolve e o rombencéfalo subdivide-se em metencéfalo, que formará o cerebelo e a ponte, e miencéfalo que originará a medula oblonga.

    O crescimento desigual da zona do manto causa o espessamento das paredes laterais da medula enquanto o teto e o assoalho continuam delgados, formando as lâminas do teto e do assoalho. A porções ventrais e dorsais das paredes laterais originam as placas basais e alares que formarão os cornos motores ventrais e os cornos sensitivos dorsais respectivamente.

       Da mesma maneira que na medula, a parede das vesículas encefálicas exibem também a formação das lâminas do teto e do assoalho, bem como das placas alares e basais, formando o encéfalo e mielencéfalo. No último o espessamento das paredes laterais e o assoalho originam a medula oblonga.

    No metencéfalo a lâmina do teto de adelgaça e as porções dorsais das placas alares se espessam e formam a placa cerebelar, que originará o vermis e os hemisférios cerebelares.

    O mesencéfalo é a vesícula que menos se desenvolve, ficando recoberta pelo cerebelo e hemisférios cerebrais. As placas alares formarão os tubérculos quadrigêmeos. A luz do mesencéfalo se estreita originando o aqueduto cerebral.

    O estreitamento da luz do diencéfalo dá origem ao terceiro ventrículo. A lâmina do teto forma uma pequena evaginação que posteriormente transforma-se em um corpo sólido - a epífise. O desenvolvimento do diencéfalo origina o epitálamo, tálamo e hipotálamo.

    O telencéfalo é a vesícula mais cranial do tubo neural primitivo e seu desenvolvimento origina a lamina terminalis.


    As fibras nervosas que saem da medula espinhal começam a aparecer no final da quarta semana. Estas fibras se originam de células das placas basais da medula espinhal em desenvolvimento e emergem como um série de radículas ao longo da superfície ventrolateral. Os prolongamentos das células acabam por se unir e formam assim os nervos espinhais. Os doze pares de nervos cranianos formam-se durante a quinta e sexta semana do desenvolvimento.

     A meninges derivam de células provenientes das cristas neurais e  os plexos coróides, expansões constituídas por um eixo conjuntivo vascular revestido pelo epitélio ependimário, formados pela projeção das meninges para o interior das vesículas encefálicas.