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Ameixa


 Botânica

A ameixa, quando madura, pode ser roxa, avermelhada ou amarela, conforme a variedade, mas é sempre uma fruta suculenta e doce. Sua polpa, usada em passas, compotas e geléias, é laxativa e, quando ingerida em excesso, ativa o funcionamento intestinal.
Originária, ao que parece, do Cáucaso e da região do mar Cáspio, a ameixeira (Prunus domestica) pertence à família das rosáceas, como a pereira, a macieira e o marmeleiro. É árvore de porte modesto, que oscila entre seis e dez metros de altura. Sua madeira, dura e compacta, já foi comum em obras de marcenaria de luxo.

O frio é indispensável à ameixeira, como às demais fruteiras análogas, para que possa completar certo período anual de repouso, sem o qual ela não floresce nem frutifica a contento. Durante o repouso ou dormência do inverno, essa árvore perde toda a folhagem.

Aclimatada ao sul do Brasil, a ameixeira do Cáucaso é cultivada sobretudo em São Paulo, a partir de mudas enxertadas sobre pés francos de pessegueiros rústicos. Entre as variedades mais comuns, próprias para as condições do país, estão a kelsey paulista, a roxa de Itaquera, a gran cuore e a satsuma.
Por ameixa-amarela ou ameixa-do-japão é conhecida no Brasil a nêspera, fruto da nespereira (Eriobotrya japonica), rosácea originária do Japão e da China, que se tornou uma das fruteiras exóticas mais comuns no país.