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Agnès Varda


 Biografias

A fotógrafa Agnès Varda tornou-se uma das raras diretoras de cinema bem-sucedidas. Seu primeiro filme, La Pointe courte (1954), montado por Alain Resnais, prenunciava a nouvelle vague.

Agnès Varda nasceu em 30 de maio de 1928 em Bruxelas, Bélgica. Estudou na Sorbonne e na Escola do Louvre. Fotógrafa oficial do Teatro Nacional Popular da França de 1951 a 1961, interessou-se pelo teatro e pelo cinema. Fez alguns curta-metragens antes de seu segundo filme, Cléo de cinq à sept (1961; Cléo das cinco às sete), obra introspectiva e cerebral em que expõe a influência -- ou troca de influência -- com o estilo de seus colegas da chamada nouvelle vague, dominante no cinema francês da década de 1960.

O filme mais controvertido de Varda foi Le Bonheur (1964; As duas faces da felicidade), quadro abstrato de satisfação e prazer. Les Créatures (1966; As criaturas) reafirmou-lhe o talento, mas a cineasta dirigiu também estranhos e aplaudidos curta-metragens. Nas duas décadas seguintes, seus trabalhos mais populares nos cinemas de arte de vários países, foram L"Une chante l"autre pas (1976; Uma canta, outra não) e Sans toit ni loi (1985; Sem teto nem lei). Agnès Varda ainda realizou Jane B. par Agnès V. (1988), colagem que retrata a atriz Jane Birkin, e Kung fu master (1988), drama sobre a paixão de uma divorciada por um colega de seu filho de 14 anos.